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Balneário Camboriú é top 3 no ranking da valorização imobiliária

A cidade vem registrando, seguidamente, crescimento nos índices de qualidade de vida, desenvolvimento, dinamismo urbano, sustentabilidade e, diante desse conjunto de fatores, a valorização imobiliária se destaca. O índice FipeZap divulgado no início de dezembro, mostra Balneário em terceiro lugar entre as 50 cidades brasileiras monitoradas quanto ao valor do metro quadrado – atrás somente de São Paulo e Rio de Janeiro.

De acordo com o levantamento que se refere aos valores apurados em novembro, o custo médio do metro quadrado em Balneário está em R$ 9.091,00 – valorização acumulada de 17,75% no ano. São Paulo lidera com R$ 9.673,00, seguida pela capital carioca: R$ 9.631,00.

Organismos como Sinduscon/BC e Creci/SC, em manifestações na imprensa, citam a obra que triplicou a faixa de areia da Praia Central como fator determinante para essa grande valorização. O alargamento custou ao município R$ 67 milhões e consumiu oito meses de trabalho.

A qualidade construtiva, a sofisticação, o requinte e a tecnologia se destacam nos imóveis cada vez mais exclusivos que se erguem em Balneário Camboriú. Nesse contexto está a Haacke Empreendimentos – há 30 anos contribuindo com o desenvolvimento da cidade.

Conheça nossas obras, fale com nosso time de vendas.

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Credibilidade

O design sempre foi um elemento de diferenciação na construção civil. Um agregador de valor, seja estético, conceitual ou financeiro.
Veja cinco motivos que a Haacke leva em conta para valorizar o design de seus empreendimentos:
A primeira impressão – A primeira impressão visual do empreendimento deve ser impactante e surpreendente, desde os traços iniciais do processo criativo.

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As Tendências

O mundo mudou de atitude diante da Covid-19 e na construção civil não foi diferente. Para 2022, as empresas globais de investimento no setor deverão seguir apostando… nos projetos residenciais multifamiliares, de baixo risco, deixando de lado grandes empreendimentos comerciais como shoppings. As incorporadoras deverão apostar ainda mais na sustentabilidade, como as fachadas e telhados verdes – além de reduzirem a temperatura interna dos prédios, permitem a cultura de vegetais e hortaliças de forma comunitária, aprimorando a prática da convivência, da troca. O foco está nas pessoas, na qualidade de vida.